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MOURA, Carlos Eugênio Marcondes de. (Org.). O culto aos orixás, voduns e ancestrais nas religiões afro-brasileiras. Rio de Janeiro: Pallas, 2004.

Nº. Chamada: 299.6.21 C967

SUMÁRIO

Introdução
Coletânea de coletâneas / 7

Análise formal do panteão nagô / 21
Claude Lépine

Organização do grupo candomblé. Estratificação, senioridade e hierarquia / 79
Vivaldo da Costa Lima

A filha-de-santo
Gisèle Omindarewa Cossard / 133

Quizilas e preceitos – transgressão, reparação e organização dinâmica do mundo / 157
Monique Augras

Voduns da casa das minas / 197
Sérgio Figueiredo Ferretti

O culto dos ancestrais na bahia: o culto dos eguns / 225
Juana Elbein dos Santos e Deoscóredes M. dos Santos
PARÉS, Luis Nicolau. A formação do candomblé: história e ritual da nação jeje na Bahia. Campinas: Editora da UNICAMP, 2006.
Nº. Chamada: 299.6(813.8)39 P227f

SUMÁRIO

ABREVIATURAS / 11

PREFÁCIO / 13
1. ENTRE DUAS COSTAS: NAÇÕES, ETNIAS, PORTOS E TRÁFICO DE ESCRAVOS / 23
2. FORMAÇÃO DE UMA IDENTIDADE ÉTNICA JEJE NA BAHIA DOS SÉCULOS XVIII E XIX / 63
3. DO CALUNDU AO CANDOMBLÉ: O PROCESSO FORMATIVO DA RELIGIÃO AFRO-BRASILEIRA / 101
4. A CONTRIBUIÇÃO JEJE NA INSTITUCIONALIZAÇÃO DO CANDOMBLÉ NO SÉCULO XIX / 125
5. O BOGUM E A ROÇA DE CIMA: A HISTÓRIA PARALELA DE DOIS TERREIROS JEJES NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX / 169
6. LIDERANÇA E DINÂMICA INTERNA DOS TERREIROS BOGUM E SEJA HUNDÉ NO SÉCULO XX / 213
7. O PANTEÃO JEJE E SUAS TRANSFORMAÇÕES / 271
8. O RITUAL: CARACTERÍSTICAS DA LITURGIA JEJE-MAHI NA BAHIA / 313
CONCLUSÃO / 365
BIBLIOGRAFIA / 373



FARELLI, Maria Helena. Balangandãs e figas da Bahia: o poder mágico dos amuletos. 2. Ed. Rio de Janeiro: A.C. Fernandes,1981.
Nº. Chamada: 299.6 F222b
SUMÁRIO

Salvador e sua mágia / 11
Um rosário de ouro, uma bolota assim, quem não tem balangandã, não vai ao bonfim / 15
Pencas de prata – beleza e magia dos negros malês / 17
Texto de frei Eliseu Vieira Guedes sobre os balangandãs famosos / 25
A figa, um amuleto usado há seculos / 33
Nas festas da Bahia sempre surgem os amuletos e as figas protetoras / 37
Figa – um sinal de proteção / 39
Anjos e santos de prata e de ouro / 55
As contas coloridas, lembranças de África / 59
"No Abaeté tem uma lagoa escura arrodeada de areia bransca..." / 63
No colorido dos panos-da-costa / 65
 As fitas do Bonfim, folclore e tradiçaõ / 69
Arte sacra bahiana, imagens e relicários / 73
Pulseiras de cobre e de prata / 77
Braceletes cheios de mistérios / 79
Nas feiras bahianas o barro tem alma e magia / 83





CARNEIRO, Edison. Candomblés da Bahia. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2008. (Raízes).

Nº. Chamada: 299.6 C280c



SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO | Agô / XI

PRIMEIRA PARTE | Os cultos de origem africana no Brasil
INTRODUÇÃO / 5
1. O modelo de culto
2. Irradiação
3. Um fenômeno
4. Designações
5. Monoteísmo
6. característica: a) a possessão pela divindade; b) o caráter pessoal da divindade; c) o oráculo e o mensageiro
7. Áreas e tipos
8. Subtipos
9. Folclorização
10. Permanência
11.O último reduto
12. Subcultura
SEGUNDA PARTE | Candomblé da Bahia

INTRODUÇÃO / 33

CAPÍTULO I / 35
1. Fisionomia geral da casa de candomblé
2. A casa como habitação - Luz e a água
3. Estudo das condições de habitação no engenho velho

CAPÍTULO II / 47
1. Procedência africana dos candomblés
2. Os candombles atuais
3. Obra do sicretismo
4. Localização dos candomblés
5. Antiguidade do candomblé do engenho velho
6. Uma frase de Aninha

CAPÍTULO III / 5
1. Como se desenrola uma festa de candomblé
2. Pequenos incidentes


CAPÍTULO IV / 63
1. Olorum, Zaniapombo, Oxalá
2. Os orixás nagôs
3. As iabás
4. Oçãe e obá
5. Exu
6. Ibêji, os gêmeos
7. Voduns jejes
8. Dã
9. Os inquices de angola e do Congo
10. Os encantados caboclos
11. Martim-Pescador
12. Os presentes para a mãe-d"agua
13. O caruru de Cosme e Dmião
14. A representação dos deuses
15. Visão de conjunto

CAPÍTULO V / 87
1. A liturgia dos candombles
2. As homenagens coletivas aos orixás
3. Saudações especiais
4. Os encantados pedem cachaça
5. Danças
6. A orquestra dos candomblés
7. Ritos de purificação
8. Malembes
9. Salva galo
10. Ingorôssi
11. Provas da possessão
12. Repasto comunais
13. Distribuição dos dias da semana entre orixás

CAPÍTULO VI / 99
1. O caráter pessoal dos orixás
2. A feitura do santo
3. A compra e a quintanda das iaôs
4. O quelê, simbolo da sujeição
5. Iaôs e ebômins
6. Posição da filha dentro do candomblé
7. Condição social e econômica das filhas
8. Filhas de Aninhas, de Maria Neném e de Flaviana


CAPÍTULO VII  /109
1. Os chefes dos candomblés
2. Pais  e mães
3. A concorrência masculina
4. Saudações devidas à mãe
5. O exercício da autoridade


CAPÍTULO VIII / 117
1. Divisão do poder espiritual nos candomblés
2. a mãoe-pequena
3. O axogum, sacrificador de animais
4. Os oãs
5. filhas e filhos
6. As equedes
7. As abiãs, força de reserva
8. Um ofício de mulher
9. senrioty

CAPÍTULO IX / 127
1. Os babalôs
2. Martiniano do bonfim e Felisberto Sowzer
3. Olhar com a ifá
4. A cocorrência dos chefes de candomblé
5. os eluôs de hoje

 NOTAS À MARGEM / 133

UMBANDA / 139

MEMENTO NOMINUM / 145

VOCABULÁRIO DE TERMOS USADOS NOS CANDOMBLÉS DA BAHIA / 149

NOTÍCIA BIOGRÁFICA DE EDISON CARNEIRO / 163

NOTAS / 169