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VOGEL, Arno; MELLO, Marco Antonio da Silva; BARROS, José Flávio Pessoa de. Galinha D’Angola: iniciação e identidade na cultura afro-brasileira. 3. ed. Ilustração de Raul Lody. Rio de Janeiro: Pallas, 2007.

Nº. Chamada: 299.6.3 V878g  3. ed.

SUMÁRIO

Prefácio – o mercado e o sagrado: reflexões / IX

Prólogo / 1

  1. O mercado -  a dimensão sociológica e cosmológica de uma lição-de-coisas / 5
  2. Borí -  a divina proporção / 31
  Um borí na “casa” de loloxundê: etnografia de um rito / 32
  O oleiro distraído e a servidão humana / 44
  A divina proporção / 52
  Bàbá bi a bi etú konken / 60
  1. Orùko – o animal cerimonial / 67
  A festa do nome do Rei de Kétu / 68
  Casa de candomblé / 78
  A grande obra / 85
  1. Romaria – porque o iaô tem de ir à missa / 121
   Do enigma e de suas possíveis soluções / 122
      Os deuses rivais / 126
      A liturgia do nome / 129
      A farsa do mercado / 129
      O desafio do santuário / 133
  As ligações perigosas / 138
       A ética do serviço, ou como a galinha d’angola obteve suas cores / 139
       A dialética da humildade e da arrogância / 147
       Banzo, Quilombo e culto, ou “como o cativo fez a seita” / 155
       Da capo al fine: o debate do bedel Pedro Arcanjo com o Prof. Nilo Argolo / 160
5.Mirabilia Meleagrides ou, os efeitos e a seita / 169

Epílogo / 177

Bibliografia / 179

Glossário / 191
JOAQUIM, Maria Salete. Construção da identidade negra. Rio de Janeiro: Pallas; São Paulo: EDUC, 2001.

Nº. Chamada: 299.6:396(=96)

SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO
INTRODUÇÃO
HISTÓRIA E CULTURA
RESISTÊNCIA NEGRA
CANDOMBLÉ
UNIVERSO SIMBÓLICO E LIDERANÇAS
LIDERANÇA CARISMÁTICA
LIDERANÇA INSTITUCIONAL
CANDOMBLÉ: IDENTIDADE NEGRA OU IDENTIDADE AFRO-BRASILEIRA?
O FEMININO NA RELIGIÃO AFRO
ANEXOS
COSMOVISÃO AFRICANA
O TEMPO E O ESPAÇO NO CANDOMBLÉ
A MÃE-DE-SANTO NO CANDOMBLÉ
LIDERANÇAS
LIDERANÇA RELIGIOSA
LIDERANÇA CULTURAL
LIDERANÇA SOCIAL
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A LIDERANÇÃ CARISMÁTICA E INSTITUCIONAL NAS PERSPECTIVAS RELIGIOSA CULTURAL E SOCIAL
RELAÇÃO ENTRE O CANDOMBLÉ E O MOVIMENTO NEGRO
DILEMAS E PARADOXOS NO EXERCÍCIO DA LIDERANÇA DA MÃE-DE-SANTO
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
LINS, Anilson. Xangô de Pernambuco: a substância dos orixás segundo os ensinamentos contidos no manual do sítio de Pai Adão. Rio de Janeiro: Pallas, 2004.


Nº. Chamada:299.6(813.4) L759x


SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO - Roberto Motta / 13

INTRODUÇÃO / 17

O Estudo / 19
Considerações Teóricas / 21
Considerações Metodológicas / 26
Organização dos Capítulos / 28
Observações Preliminares / 29


1. O JOGO / 33
1.1 Definição e Objetivos / 33
1.2 Os Diversos sistemas Divinatórios / 33
1.3 O jogo de Búzios e os Oduns / 35
    1.3.1 Os Oduns de 16 Búzios / 36
    1.3.2 Os Oduns de 4 Búzios / 46
1.4 O Jogo de Obi / 47
1.5 Resumo-Conclusão / 48


2 SACRIFÍCIOS / 51
2.1 Sacrifícios / 51
     2.1.1 Sacrifícios / 52
     2.1.2 Descrição / 53
2.2 Comidas / 55
2.3 Outros Componentes de Ebó / 57
    2.3.1 Despacho do Ebó / 57
2.5 Resumo-Conclusão / 58


3. AMASSI E ASSENTAMENTO / 63
3.1 Amassi: Definição, Material Envolvido e Descrição / 63
    3.1.1 As folhas / 64
    3.1.2 Origem do Material / 64
    3.1.3 Descrição / 65
3.2 Assentamento / 67
    3.2.1 Assentamento: Definição e Descrição / 67
    3.2.2 Os Otás / 69
    3.2.3 O Quarto dos Santos ou Peji / 69
3.3 Resumo-Conclusão / 71


4. EBORI / 75
4.1 Definição e material Aplicado / 75
4.2 Descrição / 76
4.3 Observação e Conclusão 80


5. OS TOQUES / 85
5.1 Os Orixás, seus Festejos e Cores / 85
5.2 Material / 86
5.3 Descrição / 87
5.4 Presentes de Oxum e de Iemanjá / 89
   5.4.1 Cesta de Oxum / 89
   5.4.2 Panela de Iemanjá / 90
5.5 Festa de Iaô / 91
5.6 A indumentária / 92
5.7 Resumo-Conclusão / 96


RESUMO-CONCLUSÃO FINAL / 97


APÊNDICE / 103
Os Oduns de 4 búzios segundo RIBEIRO (1978) / 105
Os Oduns de 16 búzios segundo RIBEIRO (op. cit.) / 106


BIBLIOGRAFIA REFERIDA / 111


BIBLIOGRAFIA FINAL
ASSUNÇÃO, Luiz. O reino dos mestres: a tradição da jurema na umbanda nordestina.Rio de Janeiro: Pallas, 2006.

Nº. Chamada: 299.6(813) A851r



APRESENTAÇÃO DE REGINALDO PRANDI / 11

AGRADECIMENTOS / 15

SEGUINDO A TRILHA / 17

PARTE I – VIAGEM AO MUNDO DA JUREMA / 37
1. No tempo dos tapuais do sertão nordestino / 39
2. O catimbó nordestino / 75
3. A jurema no imaginário umbandista / 103

PARTE II – O CULTO DA JUREMA EM TERREIROS DE UMBANDA / 123
1. A história, os itinerários / 125
2. O terreiro: morada dos deuses e homens / 153
3. A arte de (re)fazer: os rituais / 185
4. As entidades espirituais / 231

OUTROS CAMINHOS / 267

ANEXOS / 273

BIBLIOGRAFIA / 279



CAPONE, Stefania. A busca da África no candomblé: tradição e poder no Brasil. Tradução de Procópio Abreu. Rio de Janeiro: Pallas; Contra Capa, 2004.

Nº. Chamada: 299.6(81) C246b


SUMÁRIO


Prefácio / 7

Convenções de escrita / 9

Introdução / 13

PRIMEIRA PARTE – AS METAMORFOSES DE EXU
I O mensageiro dos deuses: exu nos cultos afro-brasileiros / 53
II Os espíritos das trevas: exu e pombagira na umbanda / 89

SEGUNDA PARTE – A PRÁTICA RITUAL
III O continuum religioso / 121
IV A reorganização do espaço sagrado / 155
V O poder contestado / 177

TERCEIRA PARTE –A CONSTRUÇÃO DA TRADIÇÃO
VI Exu e os antropólogos / 217
VII Em busca das origens perdidas / 255
VIII Qual África? Qual tradição? / 295

Conclusão / 327

Referências bibliográficas  337

Glossário / 358

 índice remissivo / 365

ALUVANDÊ, Pai. O poder dos orixás. Londrina, PR: Moriá, 2009.

Nº. Chamada: 299.67 a471p


O LIVRO CONTA A EXPERIÊNCIA DO PAI ALUVANDÊ, DA SUA VIDA RELIGIOSA.  ABORDA OS ASSUNTOS,  UMBANDA, EXUS E ORIXÁS.

MOURA, Carlos Eugênio Marcondes de. (Org.). SOMAVO: o amanhã nunca termina: novos escritos sobre a religião dos voduns e orixás. São Paulo: Empório de Produção, 2005.

Nº. Chamada: 299.6(81) A484

SUMÁRIO
 
Pesquisas sobre o vodun dan a partir dos nomes individuais de suas vodunsi / 7
Pierre Saulnier

Transformações dos voduns do mar e do trovão na área Gbe e no candomblé jeje da Bahia / 34
Luis Nicolau Parés

Nas pegadas dos voduns. um terreiro de tambor-de-mina em São Paulo / 63
Reginaldo Prandi

O panan, um rito religioso de transição afro-baiano / 95
Melville  J. Herskovits

Ìkómojáde – a cerimônia do nome do recém-nascido na tradição dos òrìsá / 104
Sandra Medeiros Epega

Uma casa de xangô no Rio de Janeiro / 109
Monique Augras E João Batista Dos Santos

Vida e lendas de airá tolá 121
Monique Augras

A cor do axé – brancos e negros no candomblé de São Paulo / 133
Rita De Cássia Amaral E Vagner Gonçalves Da Silva

Uma bibliografia, muitos enfoques / 162
Carlos Eugênio Marcondes De Moura

VALLADO, Armando. Iemanjá, a grande mãe africana do Brasil. Rio de Janeiro: Pallas, 2002.


Nº. Chamada: 299.6.2 V176i




SUMÁRIO

Prefácio de Agenor Miranda Rocha / 9

Introdução / 11

Primeira Parte - Iemanjá da África Para O Brasi / 15

Capítulo 1 – Iemanjá na mitologia / 17
Capítulo 2 – Origens e significados míticos de iemanjá / 25
Capítulo 3  - Iemanjá na mitologia: candomblé, umbanda, sincretismo / 33
Capítulo 4 – As qualidades ou avatares de iemanjá / 41


Segunda Parte – Ritos de iniciação e festas no terreiro / 55

Capítulo 5 – Bori, oferenda à cabeça / 57
Capítulo 6 – Feitura, iniciação ao orixá / 90
Capítulo 7 - Celebrações no barracão / 130

Terceira Parte – Nominação e estereótipos dos filhos-de-Iemanjá / 139

Capítulo 8 – Os nomes dos iniciados / 141
Capítulo 9 -  Modelos míticos dos filhos de Iemanjá / 142

Quarta Parte – Festas públicas de praia / 161

Capítulo 10 – As grandes festas públicas
Capítulo 11 – Festa de 2 de fevereiro em Salvador
Capítulo 12 – Festa de 8 de dezembro na Praia Grande
Capítulo 13 – Festa de 31 de dezembro em Santos

Quinta Parte - Imagens e concepções de Iemanjá / 197

Capítulo 14 – Concepções de iemanjá entre iniciados e não iniciados / 199
Capítulo 15 – Iemanjá na música popular brasileira / 205
Capítulo 16 – A grande mãe vista pelo decano do candomblé / 218
Conclusão / 224

Anexos / 227 

Glossário / 251

Referências bibliográficas / 257
SILVA, Ornato José da. Iniciação de Muzenza nos cultos bantos. Rio de Janeiro: Pallas, 1998.

Nº. Chamada: 299.6 586i

 



SUMÁRIO

Nota do editor / 7

Apresentação / 9

Capítulo 1:
Adoção do menino / 15

Capítulo 2:
A doença / 22

Capítulo 3:
Engabelo para bacuro de umbanda / 29

Capítulo 4:
A colheita das insabas / 32

Capítulo 5:
Assentamento de bacuro de umbanda / 40

Capítulo 6:
O povo banto / 46

Capítulo 7:
Tumba calunga: o princípio e o fim da vida / 54
 
Capítulo 8:
O decá e seus titulares: tata opongô e a ginja / 61

Apêndices:

Memorial do povo de angola / 69

Fortalezas de resistência cultural / 74

Glossário / 76

Bibliografia / 117
BARROS, José Flávio Pessoa de. Na minha casa: preces aos orixás e ancestrais. Rio de Janeiro: Pallas, 2003.

Nº. Chamada: 299.6:248.143 B268m
g

SUMÁRIO

Apresentação / 9

Prólogo / 15

Espaço e memória / 23

Prece – Um diálogo com os deuses / 43

Tipologia / 55

Glossário / 109

Índice explicativo das ilustrações / 127

Referências bibliográficas / 130

Notas / 142


MOURA, Carlos Eugênio Marcondes de. (Org.). O culto aos orixás, voduns e ancestrais nas religiões afro-brasileiras. Rio de Janeiro: Pallas, 2004.

Nº. Chamada: 299.6.21 C967

SUMÁRIO

Introdução
Coletânea de coletâneas / 7

Análise formal do panteão nagô / 21
Claude Lépine

Organização do grupo candomblé. Estratificação, senioridade e hierarquia / 79
Vivaldo da Costa Lima

A filha-de-santo
Gisèle Omindarewa Cossard / 133

Quizilas e preceitos – transgressão, reparação e organização dinâmica do mundo / 157
Monique Augras

Voduns da casa das minas / 197
Sérgio Figueiredo Ferretti

O culto dos ancestrais na bahia: o culto dos eguns / 225
Juana Elbein dos Santos e Deoscóredes M. dos Santos
BIACA, Valmir et al. O sagrado no ensino religioso. Curitiba: SEED – Pr., 2006. – p. 136 (Cadernos pedagógicos do ensino fundamental, v.8).

Nº. Chamada: 21+373.3 S129


SUMÁRIO

ORGANIZAÇÃO TEÓRICO-METODOLÓGICA / 9

UNIDADE l: RESPEITO À DIVERSIDADE RELIGIOSA / 17

ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO / 24

UNIDADE ll: LUGARES SAGRADOS / 29

ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO / 34

UNIDADE lll: TEXTOS SAGRADOS, ORAIS OU ESCRITOS / 46

ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO / 49

UNIDADE IV: ORGANIZAÇÕES RELIGIOSAS / 49

ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO / 59

UNIDADE V: SÍMBOLOS RELIGIOSOS / 63

ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO / 70

UNIDADE VI: RITOS / 79

ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO / 90

UNIDADE VII: FESTAS RELIGIOSAS / 93

ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO / 99

UNIDADE VIII: VIDA E MORTE / 103

ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO / 108

INDICAÇÃO DE SÍTIOS E LEITURAS / 117

REFERÊNCIAS / 118

BIBLIOGRAFIA / 118

BARROS, José Flávio Pessoa de. A fogueira de Xangô, o orixá do fogo: uma introdução à música sacro afro-brasileira. Rio de Janeiro: Pallas, 2005.

Nº. Chamada: 299.6:291.31B277f


SUMÁRIO

Apresentação / 9

Agradecimentos / 15

Prólogo / 19
Complexo cultural Jejê-Nagô / 25

Mito, história e momória / 35

O espaço sagrado / 49

O lugar dos sons palavras e gestos / 53

A orquestra ritual / 69

Os cÂnticos dos deuses / 79

A especificidade dos ritmos / 87

A casa em festa – os súditos / 95

A roda de xangô / 107

O canto e a dança  do rei / 127

A corte rela celebra / 153

A música sacra: partituras / 179
A coleção de imagens / 229

Glossário / 233

Referências bibliograficas / 241
BARROS, José Flávio Pessoa de. O banquete do rei – Olubajé: uma introdução à música sacro afro-brasileira. Rio de Janeiro: Pallas, 2005.

Nº. Chamada: 299.6:291.31 B277b


SUMÁRIO

Apresentação / 9

Agradecimentos / 11

Prólogo / 15

As comunidades religiosas / 21

Origens / 23

Rio de Janeiro / 28

O lugar dos sons, palavras e gestos / 37

A orquestra ritual / 43

Os cânticos dos deuses / 51

A especificidade dos ritmos / 61

O xirê / 73

O banquete / 79

A dança do rei / 93

A saudação dos convivas / 107

Celebrando a criação / 121

A música sacra: partituras / 131

A coleção de imagens / 166

Glossário / 169

Referências bibliograficas / 175


CARVALHO, Silvia M. S. (Org.). Mitos e Civilizações. São Paulo: Terceira Margem, 2005.

Nº. Chamada: 299.6:291.13 M679

SUMÁRIO

Apresentação / 7

Introdução / 9

Para uma análise comparativa de ideologias religiosas –  religiões africanas e religião grega / 11
Pierre Lévêque

Religião e ecologia / 39
Antônio Talora D. Sobrinho e Viviane Junqueira dos Santos

O trickster na religião dos yorùbá e suas transformações / 43
Claude Lépine

A monarquia sagrada na área yorùbá: uma tentativa de interpretação / 107
Claude Lépine

Algumas considerações sobre mitologia dogon / 153
Silvia M. S. Carvalho

Mitologia comparada: os deuses africanos e os deuses nórdicos / 167
Liana Trindade

O yoga
Hindu e o “anti-yoga” do ocidente / 175
Maria Tereza Carvalho
MOURA, Carlos Eugênio Marcondes de (Org.). Candomblé: religião do corpo e da alma. Rio de Janeiro: Pallas, 2004.


SUMÁRIO

REINTRODUZINDO – CARLOS EUGÊNIO MARCONDES DE MOURA

DE IYÁ MI A POMBA-GIRA: TRANSFORMAÇÕES E SÍMBOLOS DA LIBIDO – MONIQUE AUGRAS

INVENTANDO A NATUREZA: FAMÍLIA, SEXO E GÊNERO NO XANGÔ DE RECIFE – RITA LAURA SEGATO

O CÓDIGO DO CORPO: INSCRIÇÕES E MARCAS DOS ORIXÁS – JOSÉ FLÁVIO PESSOA DE BARROS E MARIA LINA LEÃO TEIXEIRA

OS ESTEREÓTIPOS DA PERSONALIDADE NO CANDOMBLÉ NAGÔ _ CLAUDE LÉPINE

EXU / OBALUAIÊ E O ARQUÉTIPO DO MÉDICO FERIDO NA TRANSFERÊNCIA – PEDRO RATIS E SILVA
LOROGUM – IDENTIDADES SEXUAIS E PODER NO CANDOMBLÉ – MARIA LINA LEÃO TEIXEIRA

OLIVEIRA, Jota Alves de. Magias da Umbanda (Livro Doutrinário). Rio de Janeiro: Eco, 1970.

Nº Chamada: 199.6 O48m



ÍNDICE

Gratidão / 3

Homenagem / 3

Resumo bibliografico / 7

Apreciações sôbre “O EVangelho na Umbanda” e o seu autor / 9

A Umbanda / 13

Duas Palavras / 15

1. A Magia da  Umbanda Africana  - O Cortejo do "Boi Sagrado" - Suprêsas na Área de Benguele - A Pajelança - Jesus condena o Profissionalismo mediúnico / 17

2. As Tarefas Mediúnicas dos Apóstolos -  As Persiguições  - O que está Oculto torna-se conhecido - Não Julgueis Que Vim Trazer Paz à Terra - O Batismo da Água no Evangelho - O Batismo do Espírito Santo - O Batismo do Fogo / 37

3. Explosão da Mediunidade - Os Dons Espirituais anunciados pelo Apóstolos Paulo - Supreendente Fotografia de Pai Tomé, em Curitiba - mediunidade com Jewsus - Escola de Médiuns - Nem Sempre é Mediunidade / 53

4. A Reencarnação no Evangelho - A Reencarnação é uma necessidade - A reencarnação e os Laços de Família - Justiça da Reencarnação - João Batista - Fora da Caridade não há Slvação - Caridade Moral e Material _ Dar Esmolas / 67

5. a Bíblia condena o Sacrífio de animais _ Falsos Profetas na Umbanda - Santos e Orixás - O Santo e o Médium - A mensagem de Lázaro /85

6. Os Caminheiros da Verdade e a Magia do Sei Presidente -  O Lar Antônio de Pádua / 101

7. 45 Anos de Umbanda Sem Exu - Uma escola de Umbanda com 27 Filiais / 113

8. Umbanda Sem Demanda - O centro Espiritualista"Maria Joana" - A Lição do Índio Itamar / 125

9. O Templo de Oxóssi e a Cruz da Nossa Redenção - Prêto-Velho de Cabelos Louros e Olhos Azuis / 133

10. Caboclo Sete Luas um Caboclo Doutrinador - A Seara de Umbanda Tupinamba / 145

11. Jesus Nasceu na Umbanda e Morreu na Quimbanda - A Figura de jesus Descrita pelo Presidente da Judéia / 157

12. Lições de Umbanda Ditadas pela Espiritualidade Maior - A Noção do Bem e do Malk - Dos Ritos Africanos - Angola, Cabinda, Moçambique e Congo - O Povo Corre para a Umbanda - A Umbanda e os Umbandista Progridem - No Campo da Magia - Confrontos Entre  Mediunismo e Espiritismo - Espiritualismo de Umbanda - O Desenvolvimento mediúnico na Umbanda - A Mediunidade Inconsciente - Das Finalidades da Umbanda e do Espiritismo - Reformar e Simplificar Ritos e Cerimônias - Aulas de Envangelo - A Palavra Umbanda - Aum-Bandhã /169 
 
SILVA, Vagner Gonçalves da. Candomblé e Umbanda: caminhos da devoção brasileira. São Paulo: Selo Negro, 2005.

Nº. Chamada; 299.6 S586c
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO
UMA HISTÓRIA QUE NÃO ESTÁ NOS LIVROS / 11

CAPÍTULO 1
O UNIVERSO SOCIAL E RELIGIOSO NO BRASIL COLONIAL / 17
O Catolicismo português / 19
Os ritos indígenas / 23
As religiões africanas / 26

CAPÍTULO 2
O CANDOMBLÉ E A REINVENÇÃO DA ÁFRICA NO BRASIL / 43
Abolição e replública: a emergência do candomblé / 50
A família-de-santo e a organização social dos terreiros / 56
As nações do candomblé / 65

CAPÍTULO 3
O PANTEÃO E AS DENOMINAÇÕES REGIONAIS DAS RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS / 69
Deuses africanos e santos católicos / 70
Candomblé, batuque e xangô / 82
tambor-de-mina / 82
Cabula / 85
Macumba / 86
Candomblé de caboclo / 87
Candomblé pajelança e cura / 88

CAPÍTULO 4
UMBANDA: UMA RELIGIÃO À MODA BRASILEIRA / 99
As origens da umbanda
O Kardecismo / 107
A codificação umbandista / 110
Organização burocrática e legitimação social / 113
As entidades “brasileiras” da umbanda  / 118

Conclusão / 129

Glossário / 135

Bibliografia / 141


SILVA, Vagner Gonçalves da (Org.). Caminhos da alma: memória afro-brasileira. São Paulo: Summus, 2002.  

Nº. chamada 299.6:929 C183


SUMÁRIO

Apresentação / 7
Andresa e Dudu – Os Jeje e os Nagô: apogeu e declínio de duas casas fundadoras do tambor de mina maranhense / 15
Sergio Ferretti
Adão e Badia: carisma e  tradição no xangô de Pernambuco / 49
Maria do Carmo Brandão e Roberto Motta
Nanã de Aacatu: tragetória de uma mãe plural / 89
 Beatriz Góis Dantas
Menininha do Gantois: a sacralização do poder / 133
Jocélio Teles dos Santos
Joãozinho da Goméia: o lúdico e o sagrado na exaltação ao candomblé / 153
Raul Lody e Vagner Gonçalves da Silva
Zélio de Moraes e as origens da umbanda no Rio de Janeiro / 183
Emerson Giumbelli
A "força da casa do rei": Caio de  Xangô e o candomblé de São  Paulo / 219
Rita Amaral e Vagner Gonçalves da Silva
Mãe Moça da Oxum: cotidiano e sociabilidade no batuque gaúcho / 237
Norton F. Corrêa

PARÉS, Luis Nicolau. A formação do candomblé: história e ritual da nação jeje na Bahia. Campinas: Editora da UNICAMP, 2006.
Nº. Chamada: 299.6(813.8)39 P227f

SUMÁRIO

ABREVIATURAS / 11

PREFÁCIO / 13
1. ENTRE DUAS COSTAS: NAÇÕES, ETNIAS, PORTOS E TRÁFICO DE ESCRAVOS / 23
2. FORMAÇÃO DE UMA IDENTIDADE ÉTNICA JEJE NA BAHIA DOS SÉCULOS XVIII E XIX / 63
3. DO CALUNDU AO CANDOMBLÉ: O PROCESSO FORMATIVO DA RELIGIÃO AFRO-BRASILEIRA / 101
4. A CONTRIBUIÇÃO JEJE NA INSTITUCIONALIZAÇÃO DO CANDOMBLÉ NO SÉCULO XIX / 125
5. O BOGUM E A ROÇA DE CIMA: A HISTÓRIA PARALELA DE DOIS TERREIROS JEJES NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX / 169
6. LIDERANÇA E DINÂMICA INTERNA DOS TERREIROS BOGUM E SEJA HUNDÉ NO SÉCULO XX / 213
7. O PANTEÃO JEJE E SUAS TRANSFORMAÇÕES / 271
8. O RITUAL: CARACTERÍSTICAS DA LITURGIA JEJE-MAHI NA BAHIA / 313
CONCLUSÃO / 365
BIBLIOGRAFIA / 373